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Foto de João Relvas

Esta tarde, no âmbito do Fórum Gulbenkian Imigração, uma iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian no quadro das comemorações do seu cinquentenário, realizou-se um debate em torno do tema “Portugal e os Portugueses Vistos Pelos Imigrantes”. Tomando como ponto de partida a visualização do documentário “Retratos”, realizado por Luísa Homem, aluna do Curso de Realização de Documentários do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística, discutiu-se o olhar dos media sobre o país e o seu povo. Seguiram-se os testemunhos, com base nas experiências migratórias dos convidados.

Mais informações:
- Actividades do Fórum Gulbenkian Imigração: AQUI
- Programa da Conferência: AQUI

Na Foto:
Antonio Vitorino, Comissário do Fórum Gulbenkian Imigração, ladeado por Luiz Felipe Scolari, Seleccionador Nacional de Futebol, e Ramon Font, Ex-Presidente da Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal.

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Sinto muito, mas valores mais altos se levantam. O negócio é o seguinte: encerrado, no mínimo, até 2ª feira. E não adianta reclamar: é sem apelo para não haver agravo,ok?!

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A inaudita experiência de assistir todas as novelas que passam em 24h de TV. E por ser coisa rara (tão rara!) até sabe bem (muito bem!).

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Foto de Albert Watson – “Ballerina” (Beijing – China)

Por onde andam os repórteres? Nas ruas, tentando levar a cidade para os noticiários, é que não é.
(…) Por uma série de fatores, o normal é que hoje o repórter só vá às ruas com uma pauta para fazer – isso quando vai às ruas, em vez de se contentar com telefone e internet. Circular à toa, em busca de informações, nem pensar. Cultivar fontes, que passem em primeira mão informações exclusivas, é coisa trabalhosa, cansativa. E, como dizia a velha anedota, às vezes o repórter volta à redação sem executar a pauta porque houve um tremendo incêndio no caminho, com dezenas de vítimas, e não foi possível chegar ao local da matéria. (…) Tem gente preparada, pós-graduada, com cursos no exterior, falando múltiplas línguas e entendendo tudo de semiologia cognitiva avançada, mas deixa de funcionar quando pifa a banda larga.

Carlos Brickmann, in O Circo da Notícia

O Fórum Brasil 2007, organizado pela Fundação Luso-Brasileira, acontece já no próximo dia 9 de Fevereiro, no Hotel Ritz Four Seasons, em Lisboa. O evento vai reunir o presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, além de jornalistas, analistas políticos e representantes das indústrias brasileiras. Imperdível oportunidade para rever Arnaldo Jabor, o homem dos sete ofícios, colunista do Segundo Caderno do jornal O Globo, e escutar o Mestre Zuenir Ventura ( blog), a quem coube a investigação sobre a morte do seringueiro e ecologista Chico Mendes, que valeu o Prémio Esso ao Jornal do Brasil.

Paralelamente, irá decorrer o Encontro de Sabores. Em Lisboa estarão as chefs brasileiras Morena Leite, do “Capim Santo”, e Carla Pernambuco, do excelentíssimo “Carlota”, respectivamente no restaurante Eleven e no Hotel Carlton Pestana Palace, às 20h30, nos dias 8 e 9 de Fevereiro.

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Fotos de Alex Majoli – “Requiem in Samba”

O ensaio “Requiem in Samba” do fotógrafo italiano, Alex Majoli, para a Magnum vem publicado na edição de hoje da Slate.

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Acordar a meio da noite e descobrir esta propaganda piscando na tela do monitor… eta!!

Leio AQUI que a Suécia se tornou o primeiro país do mundo a abrir uma embaixada virtual. É o próprio ministro dos Negócios Estrangeiros que o anuncia. Fica na Second Life, uma comunidade online com mais de três milhões de utilizadores, usando avatares como bilhete de identidade. O crescimento da rede, onde os utilizadores podem construir, explorar, socializar e participar da economia virtual, já levou várias empresas a deslocarem extensões para lá, através da criação de lojas virtuais, como a Adidas, por exemplo. Mas não só! A NBC Universal foi uma das primeiras empresas de comunicação e entretenimento a chegar à Second Life, junto com a Endemol, Reuters e Sony BMG. A MTV americana estreou, inclusivamente, uma versão virtual da série ‘Laguna Beach’, onde os utilizadores podem participar através de avatares, personagens em 3D que os representam e que são controlados por eles. Na época, vários anunciantes vieram a público defender que se tratava de mais uma oportunidade de interacção. A esse propósito, cheguei a ler no The New York Times que os usuários poderiam comprar um produto para usar na série virtual, com dinheiro fictício, sendo que, com mais alguns cliques e dinheiro de verdade, poderiam depois comprar o mesmo item no mundo real.
Eis como a coisa se vende e apresenta:

«Your World. Your Imagination. Join a burgeoning new online society, shaped entirely by its residents. Here you can be or do anything. Explore an ever-changing 3D landscape. Meet new and exciting people. Create a masterpiece – or an empire. Second Life is yours – to imagine, invent, and inhabit. Start Your Second Life Today!»

Muito louco, não?! Mas para ter realmente a dimensão da coisa, só mesmo indo até lá e observando: AQUI. (*)
Uma outra possibilidade é ler o relato do repórter da BBC, que tirou um dia de folga para se passear por lá e regressou cheio de detalhes acerca de como é a vida desse outro lado.

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Loja da Adidas na Second Life

(*) O software necessário para a “nova vida” está disponível para download AQUI.

Investigadores da Vanderbilt University garantem ter descoberto porque as pessoas têm dificuldade de fazer duas coisas ao mesmo tempo. A investigação revelou que a execução de tarefas simultâneas, como por exemplo conduzir e falar ao celular, cria um estrangulamento no cérebro, designado por ‘Efeito Gargalo’. Ao que parece mesmo as zonas mais sofisticadas do córtex são incapazes de processar informações sobrepostas, mesmo tratando-se de operações simples. A pesquisa diz que o cérebro fica lento quando tenta executar uma segunda tarefa em menos de 300 milisegundos depois da primeira.

Está, pois, explicado porque é que nunca pode dar bom resultado “tocar vários instrumentos” de uma vez só. Dito de outro modo, percebe-se claramente porque razão “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar” e porque raio “quem tudo quer, tudo perde”. Porque, como está bom de ver, temos as nossas limitações congénitas. Nada mais enganador que acreditar no milagre e convencermo-nos de que no nosso caso é diferente, que “quem tem unhas é que toca guitarra”. Não tem jeito. Não vai dar certo. Porque não pode dar certo. A ilusão está condenada ao fracasso desde o início, porque se corre o risco de abrandar a velocidade cerebral até ela beirar o zero e não consta que seja possível fazer seja o que for sem a intervenção do cérebro.

O estudo foi publicado na revista Neuron e é noticiado no site da BBC: AQUI

Deveras interessante o artigo de Carlos Castilho, esta semana no OI, sobre o deslocamento da estratégia e mensagem política dos candidatos às presidenciais americanas 2008 para a www: blogs, orkuts e sites como YouTube, Yahoo Answers, Meet Up, Move On, entre outros. Como muito bem assinala Castilho:


«A busca de corações e mentes começa a passar ao largo dos jornais, revistas, rádios e televisão, para se concentrar na “grande conversa” com os eleitores por meio da internet.»

Convicções políticas à parte, não deixa de ser curioso observar que tem sido uma mulher, Hillary Clinton, a liderar esta nova forma de se dirigir ao eleitorado, forçando os outros candidatos a seguir-lhe as pisadas, a aposta e a inovação eleitoral. Dois momentos exemplares:

1) sintomático o slogan escolhido: «Let the conversation begin». Sintomático ainda por ter sido veículado, em primeiro lugar, através de um video colocado no YouTube, e só depois divulgado nos media convencionais.

2) sintomático ter usado o site Yahoo Answers para perguntar aos americanos o que eles pensavam da previdência social no país, em vez de usar o site oficial da campanha para o fazer. Sintomático ainda que, em cinco dias, mais de 37 mil pessoas tenham respondido à pergunta colocada online.

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Foto: Law/EPA

Na Mongólia, as mulheres da tribo Pa Daung ainda usam colares para esticar o pescoço, como sinal de feminilidade.

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Foto de Sebastião Moreira

Acabei de receber a foto por email: incrível!… poucas horas depois do lançamento oficial do Microsoft Windows Vista a venda de cópias já corria solta pelas ruas de São Paulo. A última cotação que me chegou da bolsa dos camelôs era a seguinte: 7 dólares contra os 470 dólares que o original do programa custa no Brasil.

As quatro edições do próximo mês de Fevereiro do semanário O Expresso vão ser dedicadas à publicação de diversos conteúdos específicos centrados em questões ambientais, incluindo entrevistas a Al Gore e ao primeiro-ministro José Sócrates. O jornal pretende «transmitir aos leitores a ideia de que as alterações climáticas dizem respeito a tudo o que se passa nas suas vidas. Reduzir ou eliminar as emissões de CO2, em Portugal, depende também deles e dos seus comportamentos».
O jornal fez ainda saber que vai compensar as emissões de CO2 associadas à produção das suas edições de Fevereiro, através de um acordo com o projecto CarbonoZero. O semanário será ainda distribuído em sacos de polietileno, um material degradável, amigo do ambiente, e oferecerá o DVD do documentário A Marcha dos Pinguins, do realizador francês Luc Jacquet, no último fim-de-semana do mês.

Nem de propósito, a novidade chega-me poucos minutos depois de ler que, em Portugal, as emissões de CO2 cresceram 2,1% em dez anos:


As emissões de dióxido de carbono (CO2), resultantes da actividade económica, cresceram, em Portugal, entre 1995 e 2004, a uma taxa média anual de 2,1 por cento, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.
As emissões da indústria transformadora estabilizaram a partir de 1997, enquanto que as das famílias são tendencialmente crescentes.
Entre 1995 e 2004, a economia nacional emitiu, em média, cerca de 560 toneladas de CO2 por cada milhão de euros de VAB (valor acrescentado bruto) gerado por ano.

in Ambiente Online

«Quando o português chegou
Debaixo duma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português»

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copyright © Maggie C. 2004



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