Amália Rodrigues – Madrugada de Alfama (1961)
Porque nesta época a tradição manda que se corram os becos e vielas de Alfama, do poente até de madrugada. Porque esta noite não me poderei sentar contigo entre muralhas. Porque me lembra impressionantemente de ti (tão igual a ti!), a eterna diva. Na fronte, nos maxilares, na rouquidão velada à gravidade da voz. Na quadratura angular dos ossos, enfim.
Ass: Eu








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